segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Bad amizade

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Bad, não quero mais ser sua amiga.
Você começou a ficar folgada: Entra e nem bate mais, tá se sentindo em casa. Só falta abrir a geladeira e transar na minha cama.
Você é falsiane: A única coisa que faz é me deixar insegura.
Você me atrapalha: Fica colocando peso no meu coração e na minha mente, atrapalhando as coisas boas que poderia perceber e fazer.
Você é chata: Só o que sabe fazer é falar o quanto o mundo é injusto e as pessoas desgraçadas. Cansei do mesmo papo sempre.
Você me sufoca: Fica em cima de mim, não me deixa prestar atenção em nada.

Desculpe, não quero mais você perto de mim. Quero voltar a fazer as pazes com a felicidade e nessa amizade você não cabe. E espero também, de coração, que você não seja amiga de ninguém. Muito ajuda quem não atrapalha e você atrapalha a vida de qualquer pessoa que chegue perto.
Fora daqui!

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Sobre o medo da vida

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Ouvi essa semana que "sou muito medrosa". Na hora perguntei o porquê e me disse "sinto o cheiro de longe". Parei pra pensar e percebi que é verdade.
Percebi que o medo de me machucar, de fazer papel de trouxa ou simplesmente medo já me tirou grandes oportunidades (e várias roubadas também).
Com o tempo você acaba percebendo que ser um pouco ousadx de vez enquanto, puxar papo com uma pessoa que acha interessante ou falar umas verdades não faz mal. Que na hora do "vamos ver" em que o crush geme umas frases safadas no seu ouvido não tem problema responder no mesmo nível e que pode ser exitante. Que fazer piadas com outras pessoas como faz com seus amigos íntimos pode ser divertido. Que ficar neuradx com medo de perder as pessoas que ama pode te tirar momentos em que deveria estar aproveitando a companhia essas pessoas. Que puxar papo com uma pessoa qualquer que não conhece pode ser revelador. Que se soltar e ser você mesmo pode ser uma delícia. Que ter medo de viver pode te preservar, mas não é viver. Que ser você mesmo pode ser libertador e delicioso.
Pena que imaginar seja mais fácil do que fazer.
E você, tem medo de quê?

PROCURA-SE TRATAMENTO

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Sintomas:
Garganta apertada
Dor no coração
Ombros caídos
Olhar perdido
Diagnóstico:
Tristeza
Tratamento
?

Ando meio triste, a vida tá meio complicada. Dizem que sorte no jogo, azar no amor. Ou o inverso. Mas infelizmente as coisas aqui não funcionam assim. São problemas demais: dinheiro, família, faculdade. São tantas coisas que parece que elas se empilham sobre a minha cabeça e a cada vez mais vão me jogando pra baixo.
Quando não me sinto bem, sempre me dá uma baita vontade de escrever. Parece que ao colocar as palavras no papel os sentimentos me sufocam menos e eu vou conseguindo me reerguer.
A tristeza é um sentimento estranho: ela chega de mansinho te abraçando e quando vê ela já está te sufocando (tipo uma sucuri). Ao menos comigo é assim, ela nunca vem como uma onda e chega de uma vez. Gostaria que fosse, pois uma onda vem de uma vez, mas passa rápido.
E a minha não passa, parece que a cada dia ela só aumenta mais um pouquinho, vai apertando e apertando meu coração e me fazendo me sentir cada vez mais fraca.
Sei que não estou escrevendo nada coerentemente, e não é pra ser. Meus sentimentos são bagunçados e incoerentes, e seria incoerência minha tentar organizá-los.  Como disse lá em cima, isso é um desabafo de mim para o papel. Sinto que estou transportando um pouco dos sentimentos dentro de mim. Acho que talvez é isso o que me ajuda. Os sentimentos são tantos, mas tantos, que não estão mais cabendo dentro de mim. Preciso colocar um pouco deles em outro lugar.
Mas, mesmo  esmagada dentro de emoções, uma não deixa de guerrear com a tristeza: a esperança. Sou uma garota esperta (mas há divergências sobre isso), e sei que esses problemas vão se resolver. Mas aí que está o problema, eu não sei se resolverão de um jeito bom. E é aí que entra a esperança, já que ela não me deixa de crer e esperar um felizes para sempre.
P.s: Não organizei, não reli, não corrigi.


quinta-feira, 2 de abril de 2015

Talvez, tá aí uma palavra que odeio.

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Odeio pensar que talvez se eu tivesse feito algo diferente as coisas não estariam do jeito que estão. Odeio pensar que talvez se eu não tivesse perseguindo meu futuro, saído da mina zona de conforto algumas coisas não aconteceriam.
Odeio o fato que o talvez me persegue.
Eu não gosto de pensar que as coisas que eu fiz talvez possam ter resultado na bagunça que está minha vida, mesmo eu sabendo que algumas delas não foram minha escolha: que eu só fui atingida pelas consequências. Odeio pensar que talvez se eu não tivesse virado aquela rua, conversado com aquela pessoa ou sorrido pra outra, se eu não tivesse mudado de cidade, se eu não tivesse me perdido talvez isso tudo não estaria acontecendo. 
Odeio mais ainda pensar que talvez se eu tivesse feito isto ou aquilo as coisas teriam se desenvovido de uma maneira melhor.

O talvez é horrível, e pior que pensar que  se talvez não tivesse feito é pensar: E se talvez eu tivesse feito?